Guia passo a passo

Como pedir voto

Aprenda a pedir voto pro Leandro do jeito que funciona: conversando. Um passo a passo simples pra falar com o vizinho, o colega e o tio do grupo da família, e ganhar mais um voto 13.

Por que você?

O pedido de alguém conhecido aumenta muito mais a chance de a pessoa ir votar do que o de um estranho. Mensagem em massa de desconhecido quase não muda nada.

Pros seus, você vale mais que qualquer propaganda.

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Com quem falar

Não é falar com mais gente. É falar com a pessoa certa. Pense em 3 pessoas que você conhece:

  1. 1

    Quem vota no Lula, mas ainda não ligou o Lula ao Leandro.

    No 1º turno, cerca de 105 mil pessoas votaram em Lula e não em Leandro. Pra elas, o importante é lembrar:

    “Leandro é o candidato do Lula. É Lula e Leandro: 13 e 13.”

  2. 2

    Quem não foi votar.

    Mais de 426 mil eleitores do DF faltaram no 1º turno. Quem faltou pode votar normalmente no dia 25.

  3. 3

    Quem votou em outro candidato ou anulou o voto no 1º turno.

    Os eleitores de Paula, Kiko e Cappelli somaram quase 250 mil votos e agora vão escolher entre dois nomes.

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A conversa em 5 passos

Não é discurso. É conversa: pergunte mais do que fala.

  1. 01

    Pergunte e escute

    Comece pela vida, não pelo candidato.

    “Como tá a vida? O que mais te incomoda aqui no DF?”

    Deixe a pessoa falar até o fim.

  2. 02

    Reconheça

    Mostre que entendeu. Não discuta o voto do 1º turno.

    “É verdade, tá difícil mesmo.”

  3. 03

    Um fato e uma proposta

    Só um de cada, ligados ao que a pessoa falou.

    “Sabia que o Leandro é professor há 20 anos? Pra saúde, a proposta dele é consulta e exame em até 30 dias.”

    Se ela falou de ônibus, fale de ônibus. Se falou de creche, fale de creche. As respostas prontas estão logo abaixo.

  4. 04

    Peça o voto

    Diga por que você está nessa e peça com todas as letras.

    “Eu abri minha casa pra campanha porque acredito nele. Posso contar com seu voto? É 13 pra governador e 13 pra presidente.”

  5. 05

    Feche um plano

    Quem combina como vai votar, vai mais. Pergunte:

    • “Você vota onde?”
    • “Vai que horas?”
    • “Vai com quem?”

    Entregue a colinha e combine de lembrar na véspera.

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O que você vai ouvir (e o que responder)

Um assunto por vez: se a pessoa falou de saúde, fale de saúde.

Por que mudar

“A Celina já é governadora, deixa como está.”

“Respeito seu voto. Só te convido a olhar um número: no governo Ibaneis e Celina, a espera por cirurgia passou de 40 para 254 dias. Quem está nessa fila não pode esperar mais quatro anos.”

“O DF está bem, não precisa mudar.”

“Em muita coisa Brasília é ótima. Mas na escuta da campanha, a saúde foi o problema número 1: tem gente esperando mais de 7 horas por atendimento e 100 mil procedimentos parados. Dá pra fazer essa fila andar.”

“E esse negócio do BRB?”

“O programa dele trata disso de frente: resgatar o BRB como banco do povo, com gestão técnica e transparência total sobre o rombo.”

“Promessa todo político faz.”

“Por isso ele colocou no programa como vai ser cobrado: painel público com todas as metas nos primeiros 100 dias e prestação de contas todo mês na Câmara Legislativa.”

“Político é tudo igual.”

“Esse é professor. Antes de escrever o programa, ouviu a população: mais de 300 agendas em todas as cidades e mais de 5 mil votos na plataforma Decide DF.”

Quem votou em outro ou não votou

“Votei na Paula Belmonte.”

“Que bom que você participou! Agora são dois nomes. Te convido a conhecer o Leandro: professor, brasiliense, com proposta pra creche, saúde e custo de vida.”

“Votei no Kiko.”

“Se você quer gestão que presta contas, olha o que ele propõe: painel público de metas em 100 dias, Controladoria chefiada por servidor de carreira e prestação de contas todo mês na Câmara.”

“Votei no Cappelli.”

“Muito do que você defende está no programa do Leandro: participação popular, transporte, serviço público valorizado. Agora é juntar força.”

“Vou anular.”

“Entendo o cansaço. Mas quem anula deixa os outros decidirem por você. Dá uma chance de conhecer o professor Leandro.”

“Nem fui votar, não adianta.”

“Adianta sim. No 1º turno, mais de 426 mil pessoas não foram votar no DF. É gente suficiente pra decidir a eleição.”

“Ainda não decidi.”

“Ótimo, tem tempo. O que mais te incomoda? Se for saúde, creche ou ônibus, o programa do Leandro tem meta e prazo.”

Quem é ele

“Nunca ouvi falar desse Leandro.”

“Vale conhecer! Professor há 20 anos, nasceu aqui em Brasília, foi deputado distrital e presidiu o Iphan. Teve quase 570 mil votos no 1º turno.”

“Ele é de Brasília mesmo?”

“É sim. Nasceu aqui em 1985, estudou na UnB e dá aula há 20 anos. Conhece o DF de dentro da sala de aula, não de gabinete.”

“Ele nunca administrou nada.”

“Administrou um órgão federal inteiro: presidiu o Iphan no governo Lula, com obras em todo o país.”

“Já perdeu uma eleição, vai perder de novo.”

“Em 2022 teve 434 mil votos. Agora, quase 570 mil. Quem cresce assim está sendo ouvido. E no 2º turno o placar zera: quem decide é quem for votar no dia 25.”

O que já fez

“Deputado não faz nada.”

“Esse fez. São mais de 20 leis dele. Se você já viu fraldário no banheiro masculino, é lei dele. O carro só pra mulheres no BRT-Sul também. E ele visitou todos os hospitais e UPAs do DF.”

“Ele entende de educação?”

“É a área dele. Professor há 20 anos, foi vice-presidente da Comissão de Educação e esteve em mais de 300 escolas. A proposta é escola em tempo integral, começando pelas periferias.”

Partido e Lula

“Ele é do PT?”

“É, se filiou em 2025. Antes foi eleito pela Rede e disputou 2022 pelo PV. O que nunca mudou foram as causas: educação, meio ambiente e participação das pessoas.”

“Não voto em partido X.”

“Entendo. Mas governador a gente escolhe pela pessoa e pelo que ela propõe pra cidade. É um professor de Brasília com proposta pra fila de saúde, creche e ônibus.”

“Voto no Lula, mas pra governador tanto faz.”

“Não faz não! Hoje o DF tem R$ 3,2 bilhões do novo PAC pra transporte parados, esperando projeto. Com Lula e Leandro trabalhando juntos, esse dinheiro sai do papel. É 13 e 13.”

Saúde

“A saúde do DF está um caos.”

“É o primeiro compromisso dele: consulta com especialista e exame em até 30 dias, mutirão nos primeiros 100 dias e equipe de saúde da família perto de casa em toda cidade. Hoje ela só cobre 74,6% do DF. O programa se chama Saúde Sem Espera.”

“Como ele vai acabar com a fila?”

“Mutirão usando toda a capacidade parada da rede, painel público mostrando o tempo de espera e convocação dos 5 mil aprovados no concurso de enfermagem. E posto com horário estendido onde não tem UPA nem hospital.”

Transporte, creche e custo de vida

“Tarifa zero é mentira, não tem dinheiro.”

“A proposta é implantar aos poucos, com a fonte do dinheiro definida. E tem R$ 3,2 bilhões do Novo PAC pra mobilidade do DF esperando projeto. Também tem ônibus depois das 22h e paradas iluminadas.”

“Não tem vaga em creche.”

“Fila Zero na creche é um dos onze compromissos dele, começando pelas cidades que mais precisam. Creche é cuidado com a criança e tempo pra mãe trabalhar.”

“Tudo caro, ninguém faz nada.”

“O DF Mais Barato tem refeição a R$ 1 nos restaurantes comunitários, farmácia popular, feira da agricultura familiar sem atravessador e sacolão público nas cidades. E o Desenrola DF pra renegociar dívidas.”

“E o aluguel?”

“Locação social com ajuda pra famílias de baixa renda, 10 mil moradias lançadas por ano e regularização com prazo.”

Segurança, mulheres e cidade

“E a violência contra a mulher?”

“No DF, o feminicídio subiu 21,7%. A proposta é o Pacto contra o Feminicídio, com tornozeleira no agressor e Patrulha Maria da Penha em todo o DF. E o DF Delas, com iluminação, ônibus à noite e caminho seguro.”

“E segurança?”

“DF Sem Medo: policial que conhece a comunidade, câmeras com monitoramento de verdade, polícias integradas e valorização de quem trabalha na segurança.”

“Minha rua está abandonada.”

“O Rua por Rua cria uma central única pra buraco, lixo, poda e luz apagada, com prazo e responsável com nome. E nos primeiros 100 dias tem mutirão de recuperação, quadra por quadra.”

“Obra aqui começa e não termina.”

“O DF tem 758 projetos de obra. Nos primeiros 100 dias, cada um passa por triagem e vai pra um painel público. Obra parada vai ter nome, data e explicação.”

Juventude, esporte e cultura

“Jovem aqui não tem oportunidade.”

“O Juventude com Futuro dá bolsa-formação pro jovem não largar a escola, primeiro emprego e estágio em órgão público. E escola em tempo integral com esporte, cultura e tecnologia.”

“Minha cidade não tem nada de cultura.”

“Foi o pedido mais unânime da escuta que ele fez com a população. O compromisso é ter espaço cultural público em toda região administrativa, com cultura e esporte na sua quadra.”

Servidores

“E os servidores públicos?”

“Concurso pra recompor os quadros, mesa permanente de negociação com as carreiras e o Desenrola Servidor pra renegociar dívidas. E a Controladoria vai ser chefiada por servidor de carreira.”

Ninguém muda de ideia porque perdeu uma discussão. As pessoas mudam quando alguém explica com respeito.

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O que não fazer

Uma conversa ruim afasta mais do que nenhuma conversa. Fuja destes seis erros.

  1. 01

    Brigar ou levantar a voz. Se a conversa tensionar, encerre com respeito.

  2. 02

    Falar de cima pra baixo. Nunca diga que a pessoa “vota errado”.

  3. 03

    Repassar notícia sem fonte. Na dúvida, não repasse. Exagero e notícia falsa viram munição pro outro lado.

  4. 04

    Insistir com quem não quer. Se a pessoa já disse que não quer conversar, respeite.

  5. 05

    Prometer em nome do Leandro. Fale só do que está no programa.

  6. 06

    Oferecer favor, presente ou dinheiro em troca de voto. Isso é crime.

Agora é com você.

Escolha uma pessoa hoje e comece a conversa. Conhece alguém que também quer ajudar? Mande este guia.

Dia 25 é 13

Leandro Grass 13, governador Lula 13, presidente